sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Léo e Bia não foi como nos anos 80.


Não vou entrar no mérito dos que amam e dos que odeiam o Montenegro,mas a verdade é que nos anos 80 eu gostei da dança dos signos. Eu e 1 milhão de pessoas, em sua maioria jovens e adolescentes, que durante 7 anos cantaram cada música de cada signo do Zodíaco.
Assim se formou uma legião de admiradores que seguiam os menestréis em suas montagens, shows e cursos pelo Brasil afora. (É, eles davam cursos de teatro. Cássia Eler foi aluna dele em Brasília)
Passaram os anos, Oswaldo ficou chato, com um ranso piegas. A fórmula parou de dar certo e quase ninguém curtiu o filme Léo e Bia, que outrora lotou teatros em sua forma para o palco.
Mudaram os jovens apaixonados? Casais não se amam e se separam mais?
O que inspira os novos casais. Que histórias representam os novos Romeus e Julietas?
Malhação não é. É idiota demais para espelhar comportamentos.
Talvez seja melhor assistir "Desenrola", para entender porque hoje, "qualquer maneira de amar não vale mais a pena, para os novos Léos e Bias saberem amar".  



Sound Branding? Ou música ambiente? Ou rádio empresa? Ou...?

Sound Branding nada mais é do que a antiga rádio empresa ou música ambiente da loja, serviço realizado a séculos por produtoras de áudio e com os mesmos critérios, ou seja: ligar estilo a marca, selecionar o set certo para os dias e horas certas...  Nada que um programador de rádio FM não conheça a exaustão.
Agora o assunto volta a baila como se fosse algo novo, descoberto (como sempre) por agências de publicidade, que cobrarão absurdos para "criar" Sound Branding para seus clientes.
Esses atravessadores de serviços vão cobrar absurdos e vão pagar uma miséria para as produtoras continuarem a fazer o que sempre fizeram.
Ah tá! Não é bem assim. Tá bom. é mais ou menos isso.  Um set que custava 500 reais vai passar a ser comercializado por 2.500 com a grife de uma agência.